14 de fev de 2011

Gigantude de criança



Semeiam estrelas e borboletas
Algumas róseas outras violetas
Pintam o Céu de verde
Pra que não esqueçam
Araras não se pintam com canetas

Com sua inventitude
Pintam mil peripécias
Transformam em menina a boneca
Bolas quadradas em balão
Jornal em avião

Transformam a fome em vontade
Tristeza em coisa de gente grande
Remédio pra solidão, abraço
Felicidade em algodão

Bons sonhos queridos poetas, meninos
São crianças se divertindo
Quando esquecem o mundo
O relógio não mais marca o tempo,
Inexiste segundos.

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