27 de jan de 2011

Flor saudade


Cálida flor sem vaidade
Já sem o viço natural da idade
Branca flor, sem castidade

Tu que choras por amar tempestade
As noites de frio leito, saudade
De segundos infindos
Catando moinhos, felicidade

Quando cá estiveres, flor
Pises manso
Beijo-te a tez e
Afago teu coração
De amar solitário

2 comentários:

  1. Awnn *.*

    [quando eu tinha meus 14 anos queria muito escrever assim. hoje eu sei que não consigo, deixei a tarefa para quem sabe...]

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